Maria Helena P. Oliveira | 11/01/2023 |
Hoje pela manhã quase comprei O Lugar, levada pelo 'marketing' da premiação de Annie Ernaux. Ocorre que posterguei, por estar ainda inebriada pelo livro lido na noite anterior. Trechos dele que apontavam o alívio encontrado na terceira fase da vida; aquela fase que nos liberta das teias familiares, e sentimos o alívio de poder viver sem as amarras presentes nas etapas anteriores. |
Le Lorgnon mélancolique | 11/01/2023 |
"Com esta ficção plena de reviravoltas de tirar o fôlego, Sheila Leirner lança um olhar crítico sobre a educação: o que nos é dado ou não, o que fazemos com ela ou não. Aqui, ninguém é julgado ou condenado. O leitor é levado, sob a narrativa de uma relação irmão/irmã - e diante de uma catástrofe anunciada, da qual não daremos o spoiler - a refletir sobre o caráter tóxico de certos comportamentos parentais. Com seriedade e dignidade, sem moralização inoportuna, a autora nos leva a reler nossos próprios caminhos na vida e a nos libertar de algumas ilusões falsamente protetoras." |
M. A. | 11/01/2023 |
"Você é admirável, uma escritora incrível e merece todos os prêmios do mundo. |
Patrick Corneau | 11/01/2023 |
"Romance sobre um tema essencial que contém na sua composição e na sua escrita todos os ingredientes do seu sucesso." |
Brenda Gottlieb | 11/01/2023 |
"Acabei de ler Como Matei minha Mãe. Delicioso, além de reavivar memórias esquecidas e caras. Acho que foi o primeiro livro que li na vida, onde não encontrei nenhum erro de digitação. Impressionante! Todos têm algum. Pode ser pela narrativa e pelo tema, que acabam fazendo com que a cabeça fique em segundo plano e a emoção em primeiro ???? Grata!" |